14 de março de 2016

Aquietai-vos


“Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus” (Salmo 46:10).

Este é um conselho difícil.
Quem é capaz de aquietar-se quando as coisas andam mal?
Imagine uma equipe de futebol jogando pelo título mundial. Faltam cinco minutos para o fim do jogo e o time está perdendo. Você pensa que ordem do treinador será: “aquietai-vos”?
Como aquietar-se quando se está desempregado ou uma enchente se aproxima, destruindo tudo o que encontra no caminho, ou quando você acaba de descobrir que seu filho está com leucemia?
Evidentemente, o “aquietar-se” que o salmista menciona não tem nada que ver com cruzar os braços e dormir descansadamente enquanto as coisas desabam à sua volta.
O Salmo 46, de onde extraí o verso de hoje, é um salmo de confiança.
O salmista começa dizendo: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Salmo 46:1).
Note esse pensamento muitas vezes ao longo da Bíblia.
Deus nunca prometeu que você estaria isento de momentos difíceis.
Sua promessa é que, em meio das tribulações, Ele será seu “refúgio” e “socorro bem presente”.
Neste salmo, se repete três vezes a expressão: “Deus está conosco”.
Esse é o motivo por que precisamos aquietar-nos.
Enquanto corremos de um lado para outro, tentando resolver os problemas do nosso modo, não há tempo para ver que “Deus está conosco” que Ele é o nosso refúgio, fortaleza e socorro bem presente.
O verso de hoje é um convite para separar tempo para Deus, antes de sair correndo por aí.
Nesse tempo, a sós com o Criador, você poderá conversar com Ele, ler Suas promessas escritas na Bíblia, meditar nelas.
Então, você perceberá que não está sozinho.
Deus está conosco!
E, como disse Paulo: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31).
Aquietai-vos!
Para quê? Para “saber que Eu sou Deus”, e para “contemplar as obras do Senhor” (Salmo 46:10 e 8).
Você não precisa se desesperar diante do drama que está vivendo.
Aquiete-se, converse com Deus, conte a Ele tudo o que está acontecendo, diga-Lhe que você não tem forças nem recursos.

Veja que Ele está ao seu lado, pronto a entregar-lhe as vitórias que Ele já conseguiu para você.


1 de março de 2016

10 Mandamentos do Preguiçoso


1 - Viva para descansar.
2 - Ame a sua cama, ela é o seu templo.
3 - Se vir alguém descansando, ajude-o.
4 - Descanse de dia para poder dormir a noite.
5 - O trabalho é sagrado, não toque nele.
6 - Nunca faça amanhã, o que você pode fazer depois de amanhã.
7 - Trabalhe o menos possível; o que tiver para ser feito, deixe que outra pessoa faça.
8 - Calma, nunca ninguém morreu por descansar.
9 - Quando sentir desejo de trabalhar, sente-se e espere que ele passe.
10 - Não se esqueça, trabalho é saúde. Deixe o seu para os doentes.

Claro que não estou fazendo apologia da vadiagem!
A Bíblia condena severamente os preguiçosos.
O texto mais famoso é o de Provérbios 6:6 “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio”.



22 de fevereiro de 2016

Esperança Que Não Decepciona

Usamos muitas vezes a palavra esperança com o sentido de otimismo: espero que meu time ganhe, que eu passe no concurso público, que meu projeto seja aprovado.
Quando a mega sena fica acumulada, formam-se filas enormes de pessoas que esperam ser os próximos ganhadores.
Uma definição de esperança seria “o desejo acompanhado de uma expectativa. Interesse ou desejo cujo cumprimento é acariciado”.
Outra definição simples: “Atitude positiva em relação ao futuro”.
Quando você diz a alguém que não há mais jeito, não há esperança, está tirando dele uma coluna de sustentação à qual ele poderia se apegar.
O sistema escolar de uma grande cidade mantinha um programa de ajuda a crianças que estivessem hospitalizadas, a fim de que elas se mantivessem em dia com os estudos durante o período de internação.
Certo dia, uma professora recebeu chamada telefônica com a incumbência de visitar um garoto que estava hospitalizado. Ela anotou o nome, o número do apartamento do hospital e foi conversar brevemente com a professora dele.
“Estamos estudando substantivos e advérbios, disse a professora. Eu agradeceria se você o ajudasse nesses pontos”.
Naquela tarde, ela foi visitar o garoto.
Ninguém mencionou para ela que o menino tinha sido gravemente queimado e sentia muita dor.
Chocada com o que viu, simplesmente gaguejou para ele: “A escola me enviou para estudar substantivos e advérbios com você”.
Ao sair, percebeu que não tinha dado toda a matéria que queria.
Mas, no dia seguinte, uma enfermeira perguntou para ela: “O que é que você fez para aquele garoto?”
A professora ficou preocupada de que tivesse feito algo errado e começou a se desculpar.
“Não, não, disse a enfermeira, você não entendeu o que estou querendo dizer. Nós estávamos muito preocupados com o garoto, mas desde que você o visitou ontem, a atitude dele mudou completamente. Ele está reagindo e respondendo ao tratamento. É como se ele tivesse decidido viver.”
Duas semanas mais tarde, o menino explicou que tinha desistido de tudo, até que a professora chegasse.
Tudo mudou quando ele compreendeu, e expressou o seguinte: “Eles não teriam enviado um professor para ensinar substantivos e advérbios para um garoto que estivesse morrendo, não é mesmo?”
Acredite, às vezes, a diferença entre a vida e a morte é nada mais do que a esperança.

“A esperança não nos decepciona, porque Deus derramou Seu amor em nossos corações” (Romanos 5:5).


21 de fevereiro de 2016

Seguros em Deus

Anos atrás, pesquisadores estudaram o efeito dos golpes da vida no sistema nervoso central.
Eles tomaram um cordeiro e o colocaram, sozinho, no curral, ligado a dispositivos que provocavam choque elétrico.
Quando o cordeiro ia para um lado, os pesquisadores acionavam um botão, e o animal levava um choque.
Imediatamente, ele estremecia e corria para o outro lado. 
Recebia novo choque e, outra vez, corria.
Os cientistas descobriram que o cordeiro nunca voltava ao lugar onde antes tomara um choque.
Depois de uma série de choques, o cordeiro ficou bem no meio do curral, tremendo, sem ter para onde correr.
Vencido emocionalmente, ansioso e estressado, seus nervos cederam.
O cordeiro teve o equivalente a um colapso nervoso e morreu no meio do curral.
Os pesquisadores puseram então o irmão gêmeo daquele cordeiro no curral.
Mas, dessa vez, o animal estava acompanhado pela mãe. 
Os choques foram dados, o cordeiro correu para junto da mãe e nela se abrigou.
A mãe lhe transmitia confiança, pois o animal logo se afastava para comer.
Os pesquisadores acionaram o botão mais uma vez, e, de novo, o cordeiro correu para sua mãe.
Ela o consolou e transmitiu-lhe confiança.
Foi aí que os pesquisadores notaram uma significativa diferença entre os dois cordeiros. O segundo não teve medo de voltar ao local onde recebera um choque.
Não mostrou nenhum sinal de nervosismo, estresse ou ansiedade que o irmão mostrara em iguais circunstâncias.
Por quê? O cordeiro tinha alguém a quem recorrer; em quem confiar, para lidar com o estresse.
Todos precisam dessa confiança.
O coração humano necessita profundamente de alguém em quem confiar, alguém que lhe garanta segurança em meio às tensões da vida.
Esse alguém existe. 
O Cristo vivo atua como nosso sumo sacerdote no santuário celestial.

Pela fé nEle, podemos entrar na presença de Deus e lançar mão da esperança. 


15 de fevereiro de 2016

Segurança em Deus

Anos atrás, pesquisadores estudaram o efeito dos golpes da vida no sistema nervoso central. Eles tomaram um cordeiro e o colocaram, sozinho, no curral, ligado a dispositivos que provocavam choque elétrico. Quando o cordeiro ia para um lado, os pesquisadores acionavam um botão, e o animal levava um choque. Imediatamente, ele estremecia e corria para o outro lado.  Recebia novo choque e, outra vez, corria.
Os cientistas descobriram que o cordeiro nunca voltava ao lugar onde antes tomara um choque. Depois de uma série de choques, o cordeiro ficou bem no meio do curral, tremendo, sem ter para onde correr. Vencido emocionalmente, ansioso e estressado, seus nervos cederam. O cordeiro teve o equivalente a um colapso nervoso e morreu no meio do curral.
Os pesquisadores puseram então o irmão gêmeo daquele cordeiro no curral. Mas, dessa vez, o animal estava acompanhado pela mãe.  Os choques foram dados, o cordeiro correu para junto da mãe e nela se abrigou. A mãe lhe transmitia confiança, pois o animal logo se afastava para comer. Os pesquisadores acionaram o botão mais uma vez, e, de novo, o cordeiro correu para sua mãe. Ela o consolou e transmitiu-lhe confiança.
Foi aí que os pesquisadores notaram uma significativa diferença entre os dois cordeiros. O segundo não teve medo de voltar ao local onde recebera um choque. Não mostrou nenhum sinal de nervosismo, estresse ou ansiedade que o irmão mostrara em iguais circunstâncias. Por quê? O cordeiro tinha alguém a quem recorrer; em quem confiar, para lidar com o estresse.
Todos precisam dessa confiança. O coração humano necessita profundamente de alguém em quem confiar, alguém que lhe garanta segurança em meio às tensões da vida. Esse alguém existe.  O Cristo vivo atua como nosso sumo sacerdote no santuário celestial. Pela fé nEle, podemos entrar na presença de Deus e lançar mão da esperança. Sim, podemos cantar: “A minha fé e o meu amor estão firmados no Senhor”.