25 de agosto de 2014

"Que Devo Fazer?"

Em Marcos 10, a Bíblia fala de um moço que um dia procurou Jesus.
O passo mais importante não é somente ir a Jesus, mas tomar uma decisão de segui-lo.
E quando Jesus lhe falar, dê uma chance, não feche a cara e não vire as costas.
Aquele jovem tinha um vazio em sua vida.
Talvez sejamos iguais àquele jovem, com um vazio imenso em nossa vida que só Jesus pode preencher.
Muitos hoje correm em direção oposta a Deus, mas aquele jovem correu na direção certa.
De nada adiantará também você correr na direção certa se a sua decisão não for a de estar ao lado de Jesus.
Quando aquele jovem percebeu a grandiosidade de Jesus e sua pequenez, lançou-se aos pés de Jesus e perguntou-lhe: “Que devo fazer?”
Quantos de nós já perguntamos isto e talvez não obtivemos uma resposta.
Talvez seja porque buscamos as respostas apenas naquilo que nós mesmos desejamos.
E o vazio interior continua em nossa vida.
Isto ocorre porque não permitimos que Jesus tome conta de nosso ser.
Aquele jovem foi à pessoa certa, no lugar certo, na hora certa e fez a pergunta certa: “Que devo fazer para ir para o céu?”
Será que o céu que nos tem sido preparado ainda impulsiona as nossas emoções?
Talvez o céu não mais lateje no pensamento de muitos, mas saiba que você querendo ou não o céu existe, quer você acredite ou não, quer você aceite ou não, Deus lá está esperando por você!
Nunca nos foi oferecido algo melhor ou superior que o céu!
Aquele jovem sabia disso e foi por isso que ele fez essa pergunta a Jesus.
Jesus primeiramente o amou.
E todo amor espera uma resposta.
Então Jesus lhe diz: “Só te falta uma coisa”.
“Vende tudo o que tens, dê aos pobres e depois siga-me”.
Jesus queria dizer: “Você só precisa de mim e não de coisas”.
Quando o jovem ouviu isso fechou a cara, virou as costas e não mais olhou para Jesus.
O maior erro daquele jovem foi pensar que Jesus não poderia ajuda-lo a resolver seu problema.
Ele nem sequer pediu, somente fechou a cara e foi embora.
Foi embora com a solução, porém sem resolver o seu problema.
Aquele que um dia nos salvou é quem pode nos ajudar também a vencer os desafios que ainda nos separam do céu.

Dê a Jesus uma chance e ele endireitará todas as veredas de sua vida.


17 de agosto de 2014

O Poder das Palavras (Parte 2)

Veremos mais algumas contaminações:

Difamações
Provérbios 26:20 diz: “Sem lenha o fogo se apaga e, não havendo maldizente, cessa a contenda”.
É bem mais fácil se precaver de um incêndio de que provoca-lo e depois tentar apaga-lo.

Ironias
A ironia revela o veneno contido em nosso íntimo.
E não se pode ter vida plena num ser envenenado por natureza (ver Provérbios 18:7).

Questionamentos
Existem ainda aquelas pessoas que só sabem questionar.
Questionam o vestuário, o alimento, a família, a igreja e até elas mesmas.
Devemos sempre ser agradecidos pela proporção de bênçãos que nos foi concedida.
Provérbios 13:3 diz: “O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruina”.
Abrahan Lincoln disse: “Aquele que se julga com o direito de criticar deve ter também um coração bondoso para ajudar”.

Palavras Opacas
O cristão deve ser claro em seu falar, sem usar do artifício de falar algo querendo dizer outra coisa.
O cristão deve valer-se de suas palavras para dizer somente aquilo que for necessário, importante e edificador.
Efésios 4:29: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem”.

Falsidades
Provérbios 4:24 diz: “Desvia de ti a falsidade da boca e afasta de ti a perversidade dos lábios”.
Não adianta dizer palavras macias, enquanto o coração está cheio de guerra.
Se você não aprendeu a refrear a língua a sua religião será vã e enganosa (ver Tiago 1:26).
Aquele que insiste em julgar os outros tem alguma coisa que está tentando esconder.

Críticas
O mundo está cheio de gente de braços cruzados e língua solta.
Devemos ser uma exceção.
Isaías 50:4 nos diz: “O Senhor me deu língua de eruditos, para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado”.

Silêncio
Existe ainda aquele momento que se não há nada de importante para dizer, siga o conselho de Jeremias, em Lamentações 3:26 “Bom é aguardar a salvação no Senhor, e isso em silêncio”.
Há um provérbio inglês diz o seguinte: “É melhor manter-se em silêncio e pensarem que você é um tolo, do que falar e remover toda a dúvida”.

A palavra pode tanto levantar um doente como matar um saudável.
Os árabes costumam dizer que existem três coisas que jamais voltam: o dia de ontem, a flecha disparada e a palavra dita.
A língua tem matado mais do que qualquer guerra, fome, catástrofe natural.
Uma língua descontrolada é como uma epidemia incurável.
Mas o que guarda a língua livra a sua alma da angústia, disse o sábio Salomão (ver Provérbios 21:23).
Crie nas pessoas a esperança que já não mais existe. O ânimo que já foi sufocado pelas dificuldades.
Mas para mudarmos as nossas palavras, é necessário que permitamos primeiro a mudança de nosso coração, pois a boca diz daquilo que no coração está cheio (ver Mateus 12:34).
Que nossas palavras, ao invés de serem somente de lamentações, possam ser como as de Jó que mesmo em meio à adversidade pronunciou: “Eu sei que o meu Redentor vive” (Jó 19:25).
Mas por que as palavras são tão importantes para a nossa vida?

Mateus 12:37 nos responde: “Porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas suas palavras serás condenado”.

11 de agosto de 2014

O Poder das Palavras (Parte 1)

Jesus certa vez disse: “Não é o que entra pela boca que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto sim, o contamina” (Mateus 15:11).
Já pudemos presenciar muitas tragédias e desentendimentos devido a palavras inoportunas.
Veremos a seguir alguns exemplos destas “contaminações”.

O Fuxico
Já observaram como uma mente curta e uma língua comprida sempre estão unidas?
Quantos de nós não conhecemos alguém, ou quem sabe nós mesmos, que já não foi vítima do tão desagradável fuxico?
Levítico 19:16: Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo; não atentarás contra a vida do teu próximo”.
O fuxiquento atenta contra a vida do próximo. Dar ouvidos também é um grande fiasco (ver Provérbios 20:19).
Provérbios 16:28 nos diz: “O homem perverso espalha contenda e o difamador separa os maiores amigos”.
Nunca toque numa ferida se você não tem como tratá-la.

Mentiras
Nelson Rodrigues disse: “Os homens mentiriam menos se as mulheres fizessem menos perguntas”.
A revista Veja de 02/10/2002 disse que ouvimos, em média, 200 mentiras por dia.
E esse número pode aumentar consideravelmente em período eleitoral!
A reportagem dá uma conotação agradável à mentira, considerando-a como “apaziguadora social”.
Acrescenta ainda a reportagem que “a vida sem a mentira não teria a menor graça – seria um inferno”.
Mas não é isto que a Palavra de Deus nos diz.
Mateus 5:37 diz: “Seja porém a tua palavra: sim, sim, não, não...”
Mais vale ser pobre que mentiroso! (ver Provérbios 19:22).
O cristão deve falar apenas o que for verdadeiro (ver Salmo 15:1 e 2). Fora disso, estaremos refletindo o caráter de Satanás que é o pai da mentira.

Respostas

Provérbios 15:1:A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira”.
O Evangelho não nos prescreve respostas duras ou insensatas.
Devemos fazer limonada com os limões que são atirados em nós.
Devemos dar sempre ao mundo uma resposta branda e uma palavra açucarada.

Tom de Voz Inadequado e Altivo
No mundo de hoje devemos saber dosar nossas palavras.
Colossenses 4:6 nos diz: “A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um”.

Piadas
Efésios 5:4: “Não haja obscenidade, nem conversas tolas, nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, ações de graças”.
Nossa conversação revela quem somos.
Milhões de pessoas esperam ouvir uma palavra que possa trazer esperança e conforto, não baixarias, imoralidades e perversões.
Paulo escreveu a Tito para que fosse um exemplo de boas obras e de “linguagem sadia e irrepreensível” (ver Tito 2:7-8).

Palavras Inconvenientes
Sempre há grande perigo de se pensar com nossa boca ao invés do cérebro.
Salomão disse que responder antes de ouvir é vergonha (ver Provérbios 18:13).
Devemos saber o momento certo de falar certas coisas.
Isto requer sabedoria, um claro discernimento e um espírito de entrega.
Provérbios 25:11 diz: “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita em seu tempo”.
Saber falar na hora certa é comparado a um grande tesouro que possuímos.

4 de agosto de 2014

Fui Sequestrado!

Em 21 de janeiro de 1986, um acontecimento terrível abalou o Brasil e todos os noticiários passaram a comentar.
Por volta das 13:00 horas, na maternidade Santa Lucia do Distrito Federal, um bebê foi sequestrado.
Uma mulher que se identificou como funcionária, disse à mãe do bebê que era necessário levar o recém-nascido para fazer exames de rotina.
Essa mulher que não podia ter filhos registrou o bebê e o criou como filho.
Com base nos retratos falados da sequestradora, diversas mulheres suspeitas foram interrogadas.
A polícia investigou 12 crianças, mas nenhuma delas era Pedrinho.
A família adotiva passou a chamá-lo de Junior.
16 anos se passaram e, em outubro de 2002, uma pessoa próxima à família adotiva, ouve comentários suspeitos sobre a verdadeira filiação de Junior e procura no site de crianças desaparecidas na Internet.
Depois de ver a semelhança entre Pedrinho e o Sr. Jairo Tapajós (o pai biológico) que colocou na Internet uma foto de quando tinha 10 anos, a denúncia anônima é feita ao SOS Criança de Brasília.
Homens da Polícia Federal filmam e fotografam Pedrinho na cidade de Goiânia e constatam a semelhança do adolescente com a família biológica.
Finalmente, no dia 7 de novembro de 2002, Pedrinho é convencido a fazer um exame de DNA, o resultado sai no dia seguinte e confirma que Junior é na realidade Pedrinho, e a sua verdadeira identidade é declarada.
Agora Pedrinho tinha que escolher se moraria ou não com seus pais verdadeiros.
Qual seria a sua reação se soubesse que um de seus filhos foi sequestrado?
Ou se de repente você descobrisse que seus pais não são seus pais verdadeiros, por que ao nascer você foi um bebê roubado na maternidade?
A verdade é que você também foi sequestrado!
Deus, após ter planejado seus filhos e haver criado toda a Terra para o homem, viu seu filho Adão sendo roubado pelas mãos de Satanás!
Jesus não se contentou e se ofereceu para ser o nosso resgatador!
Ele pagou o preço do resgate com o seu próprio sangue!
“Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Marcos 10:45).
Pedrinho aceitou seus pais verdadeiros e puderam tirar o atraso dos anos de distância. Finalmente depois de tantos anos seus pais podem vê-lo, abraçá-lo e estar com ele.

Pedrinho aceitou seus pais...
Mas a sua história com o Pai de Amor ainda não terminou.
Não sei se você notou a sutileza do verso mencionado: “...para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Marcos 10:45).
“Muitos” não quer dizer “todos”.
Será que Jesus não deu seu sangue por todas as pessoas?
O problema não está no sacrifício que Jesus fez, o problema é que mesmo ele tendo pago o preço do resgate, muitos não aceitam esta oferta!
Vivem deixando pra depois, colocam defeito em tudo, continuam se arrastando e tendo um enorme vazio dentro de si mesmos.
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
Vida eterna é para todo o que crê em Jesus!
Jesus quer tirar você dos braços do sequestrador!
Quer abraçá-lo, conversar com você e tirar o atraso de anos esperando por você!
Qual é a sua resposta?

Pedrinho aceitou o amor de seus pais, e você? 


28 de julho de 2014

Coração Enganoso

O francês Blaise Pascal cunhou a notável frase: “O coração tem razões que a própria vida desconhece”.
Há um dito popular que diz: “coração de gente é terra que ninguém vai”.
O profeta Jeremias também disse: “Enganoso é o coração mais que todas as coisas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá” (Jeremias 17:9).
A história do profeta Jonas traz algumas nuances interessantes.
Segundo o profeta Naum, Nínive era uma “sanguinária, cheia de mentiras e roubo” (Naum 3:1).
Este profeta ainda a comparou a um “leão cruel e rapinante” (Naum 2:11-13).
Jonas foi chamado para pregar em prol da salvação dos ninivitas.
A história conta que Jonas relutou, foi em direção oposta, foi tragado por um grande peixe e acabou atendendo ao chamado de Deus.
Jonas pregou e o povo com fama de sanguinário se converteu.
Desde o seu rei até aos animais deram testemunho público de suas conversões (Jonas 3:5-10).
A mensagem de Jonas era que: “dentro de quarenta dias, Nínive será destruída” (Jonas 3:4).
A obra de Deus pela redenção dos homens tem colocado os juízos de Deus em muitas oportunidades como condicionais.
Nínive entendeu a mensagem e a maldade foi dissolvida pela graça.
Deus tinha alcançado seu propósito.
Jonas estaria então feliz pelos frutos? O pior é que não estava!
Jonas ficou chateado pela possibilidade de ser visto como falso profeta (ver Profetas e Reis, pág. 271).
Qualquer evangelista se sente emocionado ao ver pessoas aos pés de Cristo através de seu trabalho.
Mas este profeta, segundo a Bíblia (Jonas 4:3), preferiu morrer a presenciar a conversão daquele povo – mais de 120 mil pessoas.
Deus foi bondoso e o povo de Nínive se humilhou – até seus animais.
Jonas estava sendo incoerente.
Deus tinha sido misericordioso com ele e, agora, não poderia ser com os ninivitas?
O próprio Jonas reconheceu a misericórdia de Deus em sua oração nas entranhas daquele peixe (ver Jonas 2:8).
Deus então pergunta: “É razoável esta tua ira?” (Jonas 4:4).
Deus desejava que Jonas reconsiderasse o seu descontentamento.
Sabemos que a natureza é o segundo livro de Deus e o mesmo deixou que a mesma ensinasse a Jonas a lição.
Jonas deixou a cidade de Nínive, construiu por suas mãos um abrigo e ali repousou.
O abrigo de Jonas era vulnerável. O sol consumia-lhe o conforto.
Nossas próprias provisões são vulneráveis, aí vem o sol da dificuldade, da provação e só aí descobriremos que as obras de nossas próprias mãos são insuficientes e limitadas.
Então “o Senhor fez nascer uma planta” (Jonas 4:6). Alguns comentaristas acreditam que era um pé de abóbora.
Aquela planta visaria dar o suporte à vulnerabilidade do abrigo de Jonas, mas a lição estaria ainda por vir.
Deus miraculosamente fez a planta crescer.
Jonas não a havia plantado, mas a planta estava lá.
Seu objetivo era diminuir o seu pesar com o frescor da sombra e Jonas ficou feliz.
Ficamos felizes quando as coisas acontecem para o nosso próprio benefício.
Mas no outro dia veio um verme (lagarta) que atacou a planta e a mesma morreu (Jonas 4:7). Ainda veio um vento quente que aflorou em Jonas novamente o desejo de morrer (Jonas 4:8). Convenhamos, querer morrer por um pé de abóbora!
À sombra da planta que ele não tinha plantado e que representa a graça de Jesus, Jonas estava deleitoso e feliz.
A mesma ideia ele não tinha quando o assunto era a “graça” aos ninivitas.
O verme, que representa o pecado, feriu a planta e a secou – abstendo a graça.
Os pecados dos ninivitas, trouxeram-lhes juízos de morte, separando-lhes de Deus – a Graça.
Vejamos que as histórias de Nínive e da planta eram a mesma.
A diferença é que Jonas pensava diferente a respeito de cada uma, embora tivesse a mesma reação – o desejo de morrer.
Deus traz a mesma pergunta, outrora feita no primeiro “chilique”.
Deus inteligentemente volta a perguntar: “É razoável esta tua ira?” (Jonas 4:9).
Em outras palavras, Deus queria saber se fazia sentido ele ficar zangado com a morte de uma planta que não tinha plantado e que teve um fim esperado.
Qualquer resposta o condenaria.
Se a resposta fosse não (a que deveria ter sido) ele estaria admitindo que não lhe cabia estar envolvendo com assuntos da esfera de quem tinha plantado a planta e que Deus dá os juízos que deseja às suas criaturas.
Se a resposta fosse sim (a que foi) ele estaria admitindo que Deus poderia também fazer o que bem entendesse com Nínive, pois esta cidade estava no coração de Deus e valia muito mais que uma planta. Assim como a existência da planta era motivo da preocupação de Jonas, Deus também se preocupava com Nínive.
O amor de Deus é imenso pela humanidade a ponto de dar o seu próprio filho.
Não podemos cair na armadilha de sermos exclusivistas, egocêntricos e desfocados.
Jonas só sentiu o pesar da destruição quando foi envolvido o seu interesse.
Nossos interesses não são maiores que o de Deus.
Nossas razões são um grão de areia no oceano da graça da salvação.
Temos acumulado tanto lixo em nossa alma: angústias, decepções, ressentimentos, picuinhas.
Esse "lixo da alma" é composto de amarguras acumuladas, emoções distorcidas, raciocínios equivocados, conclusões apressadas, sentimento de culpa, complexo de inferioridade, desejos inconfessos e pequenas negligências.
Se temos acumulado estas coisas, estamos em perigo.
O lixo na alma prejudica a nós mesmos, prejudica as pessoas com quem relacionamos e prejudica nosso relacionamento com Deus.
Se não tivermos em nosso coração espaço para a compaixão e misericórdia, jamais seremos testemunhas verdadeiras e poderosas.
Se Deus nos tratasse da mesma maneira como estamos tratando o nosso próximo estaríamos perdidos.
Eu quero repetir as palavras de Baptist Herald: "Olhemos para dentro de nós com contrição. Olhemos ao nosso redor com compaixão. Olhemos para trás com gratidão. Olhemos para a frente com esperança. Olhemos para cima com louvor."
Não coloquemos a frente de nossa vida espiritual as nossas razões, os nossos interesses, o nosso coração.
Mas a melhor notícia é a que lhe darei: é este mesmo coração corrupto e enganoso que Deus deseja neste momento.
Ele sabe que nosso coração, embora corrupto e enganoso, procedem as fontes da vida (ver Provérbios 4:23).

Ele te diz agora: “Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos” (Provérbios 23:26).