Usamos muitas vezes a palavra esperança com o
sentido de otimismo: espero que meu time ganhe, que eu passe no concurso
público, que meu projeto seja aprovado.
Quando a mega sena fica acumulada, formam-se
filas enormes de pessoas que esperam ser os próximos ganhadores.
Uma definição de esperança seria “o desejo
acompanhado de uma expectativa. Interesse ou desejo cujo cumprimento é
acariciado”.
Outra definição simples: “Atitude positiva em
relação ao futuro”.
Quando você diz a alguém que não há mais jeito,
não há esperança, está tirando dele uma coluna de sustentação à qual ele
poderia se apegar.
O sistema escolar de uma grande cidade mantinha
um programa de ajuda a crianças que estivessem hospitalizadas, a fim de que
elas se mantivessem em dia com os estudos durante o período de internação.
Certo dia, uma professora recebeu chamada
telefônica com a incumbência de visitar um garoto que estava hospitalizado. Ela
anotou o nome, o número do apartamento do hospital e foi conversar brevemente
com a professora dele.
“Estamos estudando substantivos e advérbios,
disse a professora. Eu agradeceria se você o ajudasse nesses pontos”.
Naquela tarde, ela foi visitar o garoto.
Ninguém mencionou para ela que o menino tinha
sido gravemente queimado e sentia muita dor.
Chocada com o que viu, simplesmente gaguejou
para ele: “A escola me enviou para estudar substantivos e advérbios com você”.
Ao sair, percebeu que não tinha dado toda a
matéria que queria.
Mas, no dia seguinte, uma enfermeira perguntou
para ela: “O que é que você fez para aquele garoto?”
A professora ficou preocupada de que tivesse
feito algo errado e começou a se desculpar.
“Não, não, disse a enfermeira, você não
entendeu o que estou querendo dizer. Nós estávamos muito preocupados com o
garoto, mas desde que você o visitou ontem, a atitude dele mudou completamente.
Ele está reagindo e respondendo ao tratamento. É como se ele tivesse decidido
viver.”
Duas semanas mais tarde, o menino explicou que
tinha desistido de tudo, até que a professora chegasse.
Tudo mudou quando ele compreendeu, e expressou
o seguinte: “Eles não teriam enviado um professor para ensinar substantivos e
advérbios para um garoto que estivesse morrendo, não é mesmo?”
Acredite, às vezes, a diferença entre a vida e
a morte é nada mais do que a esperança.
“A esperança não nos decepciona, porque Deus
derramou Seu amor em nossos corações” (Romanos 5:5).
Anos atrás, pesquisadores estudaram o
efeito dos golpes da vida no sistema nervoso central.
Eles tomaram um cordeiro e o colocaram,
sozinho, no curral, ligado a dispositivos que provocavam choque elétrico.
Quando o cordeiro ia para um lado, os
pesquisadores acionavam um botão, e o animal levava um choque.
Imediatamente, ele estremecia e corria
para o outro lado.
Recebia novo choque e, outra vez, corria.
Os cientistas descobriram que o cordeiro
nunca voltava ao lugar onde antes tomara um choque.
Depois de uma série de choques, o cordeiro
ficou bem no meio do curral, tremendo, sem ter para onde correr.
Vencido emocionalmente, ansioso e
estressado, seus nervos cederam.
O cordeiro teve o equivalente a um colapso
nervoso e morreu no meio do curral.
Os pesquisadores puseram então o irmão
gêmeo daquele cordeiro no curral.
Mas, dessa vez, o animal estava
acompanhado pela mãe.
Os choques foram dados, o cordeiro correu
para junto da mãe e nela se abrigou.
A mãe lhe transmitia confiança, pois o
animal logo se afastava para comer.
Os pesquisadores acionaram o botão mais
uma vez, e, de novo, o cordeiro correu para sua mãe.
Ela o consolou e transmitiu-lhe confiança.
Foi aí que os pesquisadores notaram uma
significativa diferença entre os dois cordeiros. O segundo não teve medo de
voltar ao local onde recebera um choque.
Não mostrou nenhum sinal de nervosismo,
estresse ou ansiedade que o irmão mostrara em iguais circunstâncias.
Por quê? O cordeiro tinha alguém a quem
recorrer; em quem confiar, para lidar com o estresse.
Todos precisam dessa confiança.
O coração humano necessita profundamente
de alguém em quem confiar, alguém que lhe garanta segurança em meio às tensões
da vida.
Esse alguém existe.
O Cristo vivo atua como nosso sumo
sacerdote no santuário celestial.
Pela fé nEle, podemos entrar na presença
de Deus e lançar mão da esperança.
Anos atrás, pesquisadores estudaram o
efeito dos golpes da vida no sistema nervoso central. Eles tomaram um cordeiro
e o colocaram, sozinho, no curral, ligado a dispositivos que provocavam choque
elétrico. Quando o cordeiro ia para um lado, os pesquisadores acionavam um
botão, e o animal levava um choque. Imediatamente, ele estremecia e corria para
o outro lado. Recebia novo choque e, outra vez, corria.
Os
cientistas descobriram que o cordeiro nunca voltava ao lugar onde antes tomara
um choque. Depois de uma série de choques, o cordeiro ficou bem no meio do
curral, tremendo, sem ter para onde correr. Vencido emocionalmente, ansioso e
estressado, seus nervos cederam. O cordeiro teve o equivalente a um colapso
nervoso e morreu no meio do curral.
Os
pesquisadores puseram então o irmão gêmeo daquele cordeiro no curral. Mas,
dessa vez, o animal estava acompanhado pela mãe. Os choques foram dados,
o cordeiro correu para junto da mãe e nela se abrigou. A mãe lhe transmitia
confiança, pois o animal logo se afastava para comer. Os pesquisadores
acionaram o botão mais uma vez, e, de novo, o cordeiro correu para sua mãe. Ela
o consolou e transmitiu-lhe confiança.
Foi
aí que os pesquisadores notaram uma significativa diferença entre os dois
cordeiros. O segundo não teve medo de voltar ao local onde recebera um choque.
Não mostrou nenhum sinal de nervosismo, estresse ou ansiedade que o irmão
mostrara em iguais circunstâncias. Por quê? O cordeiro tinha alguém a quem
recorrer; em quem confiar, para lidar com o estresse.
Todos
precisam dessa confiança. O coração humano necessita profundamente de alguém em
quem confiar, alguém que lhe garanta segurança em meio às tensões da vida. Esse
alguém existe. O Cristo vivo atua como nosso sumo sacerdote no santuário
celestial. Pela fé nEle, podemos entrar na presença de Deus e lançar mão da
esperança. Sim, podemos cantar: “A minha fé e o meu amor estão firmados no
Senhor”.
Podemos realmente ter um novo ano
ou será ele tão-somente o velho ano com um número diferente?
Será uma cópia carbono do ano
passado e do ano anterior e do ano antes dele?
Na realidade, o que é novo?
Ainda temos as mesmas velhas
dívidas, os mesmos problemas, o mesmo emprego, o mesmo mundo, as mesmas pessoas
e o mesmo velho eu!
O que pode tornar este novo ano
diferente do último?
É deixar que Jesus o substitua
como Mestre de sua vida! “Em Cristo… as coisas antigas já passaram; eis que se
fizeram novas” (2 Coríntios 5:17).
Permita-me
partilhar com você quatro novos começos.
1 - Cristo torna a religião nova porque Ele torna as pessoas
novas
Quando vamos a Jesus com total submissão,
o eternamente “novo” invade nosso ser e nos refaz o espírito. Ao vivermos com
Cristo a cada dia, recebemos nova compreensão de Seu amor e bondade, vislumbres
novos daquilo que Ele significa para nós e do que significa viver para Ele.
2 - Cristo torna novas as nossas relações sociais
Quando Jesus nos transforma em
novas criaturas, vemos as pessoas ao nosso redor de modo diferente. Não as
consideramos rivais que precisamos vencer, mas filhos e filhas de Deus a quem
podemos amar e ganhar para Cristo.
É absolutamente fantástico o que
Jesus pode fazer num lar quando mamãe e papai dão a Jesus o primeiro lugar em
seu coração. Os filhos certamente veem a diferença quando Jesus lidera a família.
4 - Cristo altera nossos relacionamentos comerciais
Ele nos capacita a ser francos e
honestos em todas as nossas transações.
Lembro-me
de que, na quinta série, eu tinha dificuldade para ver o quadro-negro.
Isso afetou não só minhas notas,
mas também meu relacionamento com outros alunos. Então comecei a usar óculos.
Ficou tudo tão claro, tão
distinto!
Eu não sabia que o mundo era tão
lindo, que as pessoas eram tão bonitas.
A única diferença era que eu
estava usando lentes que tornavam nítidas todas as coisas. É assim que Cristo
torna novas as coisas – Ele nos ajuda a vê-las sob o devido foco. Assim,
confiantes em Cristo, façamos deste novo ano um ano de novos começos!