3 de agosto de 2024

Reavivados para a segunda vinda de Cristo

Reavivamento e santificação são temas essenciais na vida cristã.
Se cremos na iminente volta de Cristo, necessitamos de um reavivamento espiritual para a preparação adequada para esse grandioso evento.

O Que é Reavivamento
Reavivamento é um despertamento espiritual, uma renovação do fervor e do compromisso com Deus, uma restauração do relacionamento íntimo com Cristo.
É um retorno ao primeiro amor e à aplicação do “assim diz o Senhor” na vida cotidiana.
Reavivamento é “uma renovação das bênçãos de Deus, uma receptividade mais profunda de Sua verdade e uma consciência mais clara de Sua vontade” (O Grande Conflito, p. 469).

A Necessidade do Reavivamento
Precisamos do reavivamento porque vivemos o momento mais crítico da história.
A maldade e a corrupção estão se intensificando.
A fé está em declínio, o amor está esfriando e o pecado cada vez mais audacioso.
As forças das trevas exercem uma influência intensa na sociedade, algo profetizado pelo profeta Isaías: “as trevas cobrem a terra, e a escuridão envolve os povos” (Is 60:2).
Quando vemos a condição humana e do mundo em que vivemos, percebemos quão necessário se faz o reavivamento espiritual de cada crente.
Vivemos em um mundo frio... Pior ainda, vivemos em igrejas frias.
Na carta à igreja de Sardes, Jesus declara dramaticamente: “Conheço as obras que você realiza, que você tem fama de estar vivo, mas está morto” (Ap 3:1).
Parafraseando: “As pessoas olham pra você e ficam impressionadas. Queriam ser o que você aparenta ser, mas eu conheço as tuas obras. Mais que isso, Eu sei como você é por dentro. Você não me engana. Eu sei o que está por trás da máscara. Você é como um corpo sem vida. A vitalidade que aparenta ter é apenas superficial. Você é só uma casca!”
Deus prefere um defunto de verdade do que um enganador usando máscara de convertido.
Precisamos de um reavivamento para que a nossa experiência cristã seja genuína.
Precisamos do reavivamento porque a nossa missão ainda não está completa.
A pregação do evangelho é o último sinal a ser cumprido para que Jesus volte (Mt 24:14).
O reavivamento é essencial para a missão de proclamar a mensagem do advento ao mundo.
Precisamos apresentar “as Três Mensagens Angélicas” à humanidade.
Necessitamos estar prontos para o aparecimento de nosso Salvador.
O Espírito Santo nos capacita a ser testemunhas eficazes do evangelho e a compartilhar o amor de Cristo com a humanidade, ao passo que nos preparamos para a volta de Jesus (At 1:8).

A Natureza do Reavivamento
O reavivamento não é um movimento emocional temporário, mas um processo contínuo de crescimento espiritual e transformação.
Esse despertamento tem raízes no arrependimento sincero que gera uma profunda reflexão sobre o próprio pecado, uma confissão genuína e um desejo de transformação interior.
É uma obra do Espírito Santo no coração do crente à medida que este ora, estuda a Bíblia e se entrega completamente a Deus.
Embora seja uma experiência pessoal, o reavivamento também impacta a vida da igreja, uma vez que valorizaremos mais a comunhão da igreja e seus cultos de adoração e estudo da Bíblia.
A igreja é um corpo unido em Cristo que se transforma quando os crentes congregam em busca da presença e orientação divinas.

O Reavivamento Conduz à Santificação
O reavivamento produz a santificação, sem a qual ninguém verá a Deus (Hb 12:14).
Santificar-se significa consagrar-se, colocar-se à parte.
A santificação é uma experiência pessoal, mas também coletiva.
Quando o povo de Israel estava nos limites da Terra Prometida, a ordem de Deus era para que sacerdotes, levitas, homens, mulheres e crianças se santificassem (Js 3:5).
Todos deveriam buscar a consagração como seu maior tesouro.
Devemos ansiar por Deus mais que Suas bênçãos e a semelhança com Cristo mais que o sucesso.
Deus não necessariamente escolhe os talentos grandiosos, mas os vasos limpos.
Precisamos da santificação para sermos usados como instrumentos do Senhor.
Santificação também não diz respeito a práticas específicas, mas é a disposição do coração em ser humilde e pequeno diante de Deus, ciente da fraqueza e confiante na bondade e poder do Pai.
A vitória de Israel sobre os inimigos não decorria de seus esforços, mas da intervenção divina.
Ao povo cabia somente a santificação do Seu povo como etapa preliminar.
É a consagração que pavimenta o caminho para os milagres do Céu.
Para vermos as poderosas manifestações de Deus, devemos buscar a santificação da vida hoje.
Não podemos adiar, embora a santificação seja um processo que se estende por toda a nossa vida terrena, ela precisa começar agora.
Hoje é o dia de nos consagrarmos a Deus.
Hoje é o tempo de colocar tudo sobre o altar e voltarmos para o Senhor de todo o nosso coração.
Devemos entregar fielmente ao Senhor nosso tempo, corpo, talentos e recursos financeiros, para que o propósito celestial se concretize em nossa vida.
Deus não tem netos, por isso santidade não se herda, nem existem atalhos que nos levem a ela.
Alguém disse que devemos estar tão envolvidos com o Céu a ponto de sermos totalmente inúteis na terra e este é um desafio que a presente geração raramente encara.
A verdade nua e crua é que corremos o risco de estar tão envolvidos com a terra que não tenhamos nenhuma utilidade para o Reino Celestial.
Como afirmou A. Tozer: “santos sem santidade são a tragédia do cristianismo”.
Temos igrejas mais preocupadas com ar-condicionado do que se condicionar para a eternidade.
Se fôssemos ineficientes no cuidado de nossos interesses materiais como o somos nas questões espirituais, estaríamos mendigando.

A Santificação é Resultado da Salvação
A boa notícia é que a santidade é consequência natural de nosso relacionamento com o Senhor.
Não progredimos rumo à santidade, mas sim crescemos em santidade.
A mulher adúltera primeiro encontrou Jesus e então a sua vida foi transformada (Jo 8:11).
Zaqueu primeiro se aproximou de Jesus e, consequentemente, sua vida foi alterada (Lc 19:8 e 9).
A samaritana primeiro foi acolhida por Cristo e depois sua vida sofreu uma reviravolta (Jo 4:39).
A vida com Cristo resulta no contínuo crescimento de nossa fé.
Aqueles que abraçam firmemente o propósito de consagrar sua vida a Deus, permanecendo em Sua presença, dedicando-se à oração fervorosa, meditando diariamente em Sua Palavra, renunciando ao pecado e se empenhando na missão, perceberão que Deus não apenas estabelece nossos limites, mas também nos liberta de nossas limitações.

Conclusão
Reavivamento e santificação são elementos fundamentais no preparo para a volta de Jesus.
São um chamado à busca intensa por Deus, uma volta à adoração genuína e uma renovação do compromisso com Cristo.
Ofereça sua vida como um sacrifício vivo diante de Deus, buscando diariamente a renovação e a transformação que só Ele pode proporcionar.
Assim poderemos verdadeiramente estar prontos para o retorno de Jesus e representá-Lo adequadamente ao mundo.



3 de junho de 2019

Superando Fracassos

Talvez você nunca ouviu falar de Jefté.
Jefté era filho de Gileade, homem influente, que mais tarde emprestaria o seu nome àquela cidade.
Gileade tinha uma família com esposa e filhos, tinha posses e propriedades.
Naquela época era comum ter muitos filhos, portanto Jefté tinha muitos irmãos.
Mas algo marcava negativamente a vida de Jefté.
Sua mãe não era a mesma de seus irmãos, seu nascimento foi fruto da infidelidade de seu pai.
E, para piorar, sua mãe era uma prostituta.
Gileade, embora infiel em sua atitude, reconhece que o filho não pode ser vítima de seu erro, então decide obter a guarda deste filho.
Jefté então passa a ser criado por seu pai, mas algo não parece normal.

O Cotidiano de Jefté

Seus irmãos parecem não dar importância para Jefté. Este passa a conviver com as piadinhas, gracejos e rejeição de seus irmãos.
Jefté, por ser minoria, também é explorado por seus irmãos.
É neste ambiente sufocante que Jefté passa a sua infância e adolescência. Imagine os traumas a palpitarem em sua mente por uma origem que o mesmo não escolhera para si.
A falta de apoio familiar, uma origem vergonhosa – Jefté era um suicida em potencial.
Para piorar ainda, chega o dia da morte de seu pai.
A herança precisa ser dividida, quem sabe agora Jefté pode ter um futuro melhor.
Mas não é isto que acontece. Jefté não recebe nada daquilo que tem direito e ainda é expulso de casa, sob a justificativa de ser filho de outra mulher (verso 2).
Filho de prostituta, sem pai, rejeitado pelos irmãos, cheio de traumas, desprovido de seus direitos legais.
Muitos, quem sabe, se sentem tão desprovidos neste mundo, querem dar fim às suas vidas, por menos do que este homem viveu e sentiu.

Jefté em Tobe

Ao invés de dar fim à vida, Jefté foi para a cidade de Tobe, cerca de 80 km de Gileade.
Como não bastasse, lá encontrou Jefté más companhias, homens desocupados, preocupados apenas em assuntos de guerras.
Com um passado não honroso, com um presente desmotivador, o que esperar do futuro de alguém assim.
Sem Deus o nosso futuro não tem perspectiva.
Quem sabe não temos tantos atributos negativos como teve Jefté, mas sem Deus não podemos sonhar tantas maravilhas.

O Cotidiano de Israel

Mudemos um pouco o foco de nossa história.
Gileade era uma cidade integrante de Israel.
Israel, há quase 20 anos, vinha amargando uma triste história de idolatria.
Muitos acham que Deus vira as costas, mas somos nós que o ignoramos.
Os líderes eram homens escolhidos sob o crivo de Deus.
Mas uma vez o povo O ignorava, já não era necessário líder e o povo se afundava mais e mais em seus pecados, em sua adoração à Baal.
Baal era o deus da imoralidade. Era o deus da fertilidade e Israel era uma sociedade agrícola. Quase todos adoravam – estava na moda. Era a garantia de bem-estar, segurança financeira e social. Podia ser influenciado. E a adoração podia ser repartida com outros deuses.
Afundar no pecado traz marcas terríveis.
O pecado nos deixa vulneráveis.
Sem líder, sem base espiritual, sem o poder de Deus, o povo de Israel passou a ser presa fácil à subserviência dos amonitas.
Temos um Deus que não permanece calado por muito tempo.
O Espírito de Deus trabalhou no coração dos anciãos de Gileade a fim de que resgatassem a necessidade de terem um líder.
Seria a única maneira de erguer um estandarte contra a idolatria, os pecados e opressão dos amonitas.
E é justamente neste ponto que os relatos se fundem.

O Encontro

Os anciãos foram tocados que este líder deveria ser Jefté.
Sua fama de batalhador e vencedor transcorria a região.
Eis que foram à procura de Jefté.
Acredito que o traumatizado Jefté deva ter se assustado com a presença daqueles homens.
Será que vinha mais opressão?
Mas para a sua surpresa, era um solene convite: “Venha ser nosso chefe” (verso 6).
Acho que Jefté deva ter pedido para repetir a fala, pois o mesmo não estava entendendo nada.
Ao recebermos convites desta natureza, geralmente agradecemos e expressamos o lisonjeio, mesmo que não venhamos aceitar.
Mas após repetirem aquelas palavras, Jefté derramou toda a carga negativa que o entalava.
Desabafou: “vocês me traumatizaram, acabaram com minha auto-estima, me rejeitaram, me despojaram e me expulsaram. Hoje não tenho pátria, sobrenome, história. Agora que sou bem sucedido, vencedor e que vocês estão em aperto é que querem que eu seja líder. Ou é por interesse, ou isso deve ser uma armação para que eu venha até morrer!”
O convite foi mais uma vez estendido, um convite emoldurado de reconhecimento, quebrantamento, de sinceridade, de reparação.
“É por seu sucesso que queremos você, nós erramos, te prejudicamos e queremos o seu perdão”.
Não importa o tamanho da atrocidade que cometemos, temos que reconhecer e pedir perdão.
Jefté, traído no passado, sem querer ainda acreditar, pergunta se é mesmo o que ele havia entendido.
Os anciãos então juram diante de Deus pelo cumprimento daquela palavra.

Um Exemplo Para Nós

Temos aqui a história de alguém que sofreu por muito tempo, mas que permitiu o trabalho de Deus em seu coração.
Para ser um vencedor, Jefté teve que conquistar primeiramente uma vitória em seu próprio coração.
Depois, conquistar a vitória em suas atitudes. Era feliz e bem sucedido, mesmo em meio à dor, ao ressentimento.
Aquele convite não era à toa.
Mesmo vivendo na pobreza, longe de sua terra, convivendo com pessoas desleais, seu coração manteve-se inabalável nas mãos do Senhor.
Esta é a prova viva de que Deus pode suster-nos e transformar as situações de nossa vida.
Jefté não parou para lamentar a sua sorte, mas agiu a fim de transformá-la.
Quem quiser conhecer mais sobre o sucesso de Jefté, leia a continuidade do livro de Juízes, mas destacaremos as seguintes atitudes práticas:
a)      Cultivou o perdão;
b)      Desgarrou-se da mediocridade;
c)      Era corajoso;
d)     Vivia em constante preparo;
e)      Era ocupado;
f)       Nunca deixou de invocar o nome de Deus.
É por isso que Paulo não deixa de incluí-lo na grande galeria dos heróis da fé (Hebreus 11:32).

Conclusão

Deus precisa hoje de pessoas que copiem o exemplo de Jefté.
Pessoas que se libertem do poder da culpa, que tenha a autoestima elevada e cultive em seu coração um espírito perdoador.
Pessoas que mesmo em meio à dor e ao sofrimento possam buscar a Deus.

Pessoas que sejam capazes de sair do anonimato e realizar grandes proezas em nome do Senhor, nosso Deus.

11 de julho de 2016

A Palavra Preferida de Deus

“O Espírito e a noiva dizem: “Vem!” E todo aquele que ouvir diga: “Vem!” Quem tiver sede venha; e quem quiser, beba de graça da água da vida” (Apocalipse 22:17).

De acordo com filólogos e gramáticos, a língua portuguesa tem aproximadamente 300 mil verbetes.
Como Deus não está limitado a regras de semântica ou gramática, em Seu infinito vocabulário, qual seria a palavra favorita dEle?
Sempre que a pronunciamos, essa palavra demonstra o interesse pelo bem-estar das pessoas, o desejo de ter sua companhia.
Nós a dirigimos a quem duvida do nosso amor e acolhimento.
É a palavra que Deus usa para aqueles que se recolhem em si mesmos com medo dEle.
Essa palavra se repete três vezes no texto de hoje.
Está apropriadamente inserida na conclusão do último livro; no último convite da Bíblia.
É a palavra “vem”.
Parece que Deus, no fim de tudo, antes de fechar o último texto e tudo o que os escritores da Bíblia tinham falado, disse a João: “Vamos abrir parênteses. Deixe-Me fazer um novo convite. Vamos dar mais uma chance para que decidam. Ainda há muitos indecisos. Deixe-Me insistir. Por isso, o Espírito e a noiva dizem: ‘Vem!’ E todo aquele que ouve diga: ‘Vem!’ Quem tiver sede, venha”.
Essa era a palavra que estava constantemente nos lábios de Jesus: “Venham a Mim todos os que estão cansados e sobrecarregados” (Mateus 11:28).
“Venham, benditos de Meu Pai!” (Mateus 25:34).
Mas, apesar dessa insistência, Ele diz: “Quem quiser”. Não “quem entende”, “quem pode” ou “quem é digno”. Simplesmente quem quiser.
No dia do funeral de Janete, Ted Kidd, o esposo, contou como haviam se conhecido.
Ele tinha terminado antes que ela os estudos na faculdade e trabalhava numa cidade a centenas de quilômetros dali.
Pareciam estar sempre em diferentes cidades, mesmo assim, já namoravam havia sete anos.
Em cada Dia dos Namorados, Ted propunha o noivado, mas Janete dizia: “Não, ainda não”.
Finalmente, ambos foram morar em Dallas.
Ted estava no limite de sua paciência.
Comprou um anel de noivado e convidou-a para jantar.
Estava preparado para insistir na proposta. Outro “não” significaria que ele teria que decidir viver sem ela. Depois da sobremesa seria a hora. Reuniu toda a sua coragem, mas sabendo que Janete havia levado um presente para ele, decidiu esperar.
“O que você trouxe?” Perguntou ele.
Janete colocou nas mãos dele uma pequena caixa do tamanho de um livro.
Ele abriu a caixa e desdobrou cuidadosamente o papel de seda.
Dentro havia uma peça de bordado que Janete havia feito, com uma simples inscrição: “Sim”.
Essa é a palavra que Deus anseia ouvir de cada um de nós.


4 de julho de 2016

Amorável Convite

“Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).

Este é, sem dúvida alguma, um dos textos mais amados da Bíblia.
E, embora já o tenhamos lido inúmeras vezes, nem sempre procuramos entender o contexto desse doce convite.
Por que Jesus disse: “ “Vinde a Mim”?
Porque era impossível alguém achar sabedoria e alívio para o espírito nos sábios daquele tempo.
O verso 25 esclarece o motivo: “Por aquele tempo,  exclamou Jesus: Graças Te dou, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos”.
Os sábios do tempo de Jesus não tinham poder nem autoridade para proporcionar um caminho de escape para as multidões que viviam sob o fardo do pecado e da ansiedade.
Jesus os descreveu da seguinte maneira: “Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco” (Mateus 15:14).
O mundo de hoje tem mais guias cegos do que no passado.
Até mesmo muitos que usam as Escrituras Sagradas estão nessa categoria, pelo fato de as interpretarem conforme suas conveniências pessoais.
Com toda a certeza podemos afirmar que “nem todo o que me diz Senhor, Senhor”, tem uma palavra segura para dizer aos que passam por aflições e dúvidas.
Há também uma legião de falsos mestres que nem mesmo abrem as Escrituras.
Apresentam a ciência como solução para os problemas humanos.
Mas estamos cansados de saber que, à medida que a ciência avança em suas conquistas, o ser humano mergulha mais e mais na angústia e no desespero.
Os ouvintes de Jesus estavam aflitos e oprimidos porque tinham sido desencaminhados pelos mestres daquele tempo.
Os escribas e fariseus impuseram-lhes o jugo da salvação pelas obras.
A religião havia sido reduzida a um monte de enfadonhas formalidades.
Por isso o povo estava cansado e oprimido.
Mateus 23:4 dá detalhes sobre o fardo daquele tipo de religião: “Atam fardos pesados e difíceis de carregar e os põem sobre os ombros dos homens; entretanto, eles mesmos nem com o dedo querem move-los”.
Por essa razão, milhares e milhares de pessoas haviam perdido a esperança.
Muitos não tinham mais horizontes para a vida.
Foi nessas circunstâncias angustiantes que Jesus fez o convite: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei”.



27 de junho de 2016

Deus não Desiste

Pense nisto. Durante milhares de anos, usando sua esperteza e seu charme, o homem tentou ser amigo de Deus. 
E durante milhares de anos ele mais desapontou a Deus do que O alegrou. 
Fez exatamente o que prometeu nunca fazer.
Um fiasco. Mesmo os mais santos dos heróis por vezes se esqueciam de que lado estavam. 
Alguns deles vacilaram ou duvidaram em momentos importantes. 
Outros demonstraram um caráter no mínimo duvidoso.
Por que, então, Deus não desistiu de nós? Por que não deixou o globo sair dos eixos?
Em vez de sair de cena, Deus falou por meio de Seus profetas. 
Em vez de nos abandonar, Deus enviou Seu Filho para morrer por nós.
Mesmo hoje, depois que bilhões escolheram prostituir-se com fama, poder e riqueza, Ele ainda os espera.
De fato, a única coisa mais absurda que essa dádiva é nossa teimosa má vontade de recebe-la.
Hoje Deus ainda te diz: "Com amor eterno Eu te amei, por isso, com benignidade, te atraí! (Jeremias 31:3).